terça-feira, 10 de abril de 2018

ENQUANTO FLÁVIO DINO É BARRADO EM VISITA A LULA, MA INUNDA APÓS CHUVAS

Por Gilberto Léda



O governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), e outros 15 políticos foram impedidos, hoje (10), de realizar uma visita extraordinária ao ex-presidente Lula, preso da carceragem da PF em Curitiba.

A decisão é da juíza da Vara de Execuções Penais de Curitiba, Carolina Moura Lebbos. 

 Além do comunista, tentaram visitar o petista os governadores Tião Viana (Acre), Rui Costa (Bahia), Camilo Santana (Ceará), Wellington Dias (Piauí), Renan Filho (Alagoas), Jackson Barreto (Sergipe), Fernando Pimentel (Minas Gerais) e Paulo Câmara (Pernambuco), dentre outros políticos.

“Mais um gesto de descumprimento da lei”, disse Dino, em entrevista, após ser barrado. 

Ao vetar a visita de políticos ao ex-presidente, a juíza decidiu expressamente que “não há fundamento para a flexibilização do regime geral de visitas próprio à carceragem da Polícia Federal”. 

A magistrada destacou trecho da ficha individual do apenado, referindo-se à decisão do juiz Sérgio Moro, que mandou prender Lula. “Além do recolhimento em Sala do Estado Maior, foi autorizado pelo juiz a disponibilização de um aparelho de televisão para o condenado. Nenhum outro privilégio foi concedido, inclusive sem privilégios quanto a visitações, aplicando-se o regime geral de visitas da carceragem da Polícia Federal, a fim de não inviabilizar o adequado funcionamento da repartição pública, também não se justificando novos privilégios em relação aos demais condenados”. 

Enquanto isso, no Maranhão…






Enquanto tenta faturar política e eleitoralmente com a prisão de Lula em Curitiba – depois de passar quase uma semana no exterior -, Flávio Dino deixa de prestar a devida assistência a milhares de maranhenses que sofrem com as chuvas no interior do estado desde a madrugada desta terça-feira.

São vários os registros de alagamentos em cidades do Maranhão opor conta da intensidade das recentes precipitações. 

Há cidades regiões isoladas por conta da cheia de rios e riachos e perigos os mais diversos por conta das inundações. 

Mas isso tudo é secundário para o governador, diante da prisão do ex-presidente Lula.

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